Relatos de quem estudou
Falas de alunos, pais e professores de escolas parceiras, divulgadas com permissão da pessoa ou do responsável.
Minha filha agora organiza os seminários com tese e fontes, e até pede para ensaiar a réplica em casa.
Eu atropelava as ideias. Aprendi a começar pela tese e a deixar o argumento mais forte para a réplica.
No início, defender a posição que eu não teria escolhido parecia esquisito. Com o tempo, passei a entender o outro lado.
Com o relógio correndo, aprendi a cortar excessos. Agora preparo os trabalhos da faculdade com roteiro.
Recebemos a oficina nas turmas do nono ano. Depois, os alunos passaram a cobrar a fonte uns dos outros.
Procurei a turma de adultos para me sair melhor nas reuniões da associação. Aprendi a escutar antes de rebater.
Fui à aula aberta do fim do módulo. Meu filho encarou as perguntas da banca com calma e deu exemplos concretos.
O professor mostrou que eu criticava a pessoa, e não a ideia. Ajustar isso mudou a forma como eu debato.
Experimente uma aula antes de se matricular
Um encontro inteiro, com moção sorteada e debate de verdade. O aluno sente o ritmo, e nós indicamos o grupo mais adequado.
Antes de se inscrever
Respostas para o que a secretaria mais escuta.
Adolescentes entram a partir do ensino fundamental II. Para universitários e para adultos existem grupos à parte, organizados por idade.
Não é preciso. Muita gente chega sem experiência, e o primeiro módulo começa pelo essencial: escolher uma posição e justificá-la.
Uma explicação breve, preparo em dupla, debate com tempo marcado e retorno do professor.
Na turma regular, os módulos se distribuem pelo semestre. Intensivos e oficinas têm carga acertada antes.
Sim. As turmas online são ao vivo, de câmera ligada, com cronômetro e o mesmo retorno das aulas na sede.
Sim, o aluno recebe certificado de participação. Trata-se de curso livre, sem necessidade de autorização do MEC.